Criado em 04 Março 2012

A vacinação é considerada pelos especialistas com um dos principais avanços na saúde pública mundial e, em especial, na brasileira. Importante meio de prevenção de doenças infecciosas, vacinar principalmente as crianças, é uma das formas de garantir boa saúde para crianças, adultos e idosos, além de reduzir os riscos de epidemias.

A vacinação é um processo de vital importância não só para o indivíduo imunizado, mas também para toda a comunidade da qual este indivíduo participa. "Não podemos esquecer que o indivíduo vacinado, uma vez que entre em contato com determinado agente infeccioso, o eliminará rapidamente cessando o ciclo de transmissão. O indivíduo não vacinado, além de adoecer, será mais um elo na cadeia de transmissão da doença.
Calendário de Vacinação Infantil

Ao nascer, a criança deve receber sua primeira dose da vacina BCG, que protege contra as formas graves da tuberculose. Com um mês de idade, recebe sua primeira dose da vacina para Hepatite B. Aos dois meses, lhe é dada a Tríplice (conhecida pela sigla DPT e que protege contra a difteria, a coqueluche e o tétano), mais a primeira dose da Antipólio Oral (que protege contra a poliomielite, causadora da paralisia infantil) e a segunda dose da vacina para Hepatite B.

Também se recomenda que, com oito semanas, o bebê seja vacinado ainda com a HIB, que protege contra algumas formas invasivas do Haemophilus Influenzae tipo B, causador da meningite, pneumonia e epiglotite.

Com quatro meses, a criança recebe a segunda dose da vacina para Poliomielite, e a Tríplice novamente. Aos sete meses, chega a hora de tomar a terceira dose da vacina para Hepatite B. Ao completar nove meses, nova vacina: desta vez é a hora de prevenir contra o Sarampo. Nesta idade recomenda-se ainda que se vacine contra a Febre Amarela (antiamarílica). Com 15 meses, o bebê toma mais uma vez a Tríplice (DTP), o reforço contra a Poliomielite e a Triviral (contra o sarampo, a rubéola e a caxumba).
Um longo período se passa, e, aos seis anos de idade, chega a hora de tomar a segunda dose da BCG. Contra a difteria e o tétano, existe a Dupla (dT), disponível na rede pública, aplicada a partir dos sete anos. E, de 10 em 10 anos, é recomendado tomar a vacina Antitetânica, a contar a partir do reforço da DPT. 
Parece uma Odisséia, recheada de aventuras com injeções e gotinhas, normalmente odiadas pelas crianças, mas vale a pena. Com as vacinas, as crianças ficam protegidas de doenças transmissíveis e são poupadas de enfermidades severas com graves conseqüências, como é o caso da Hepatite B, que pode matar, e da Poliomielite, que causa paralisia. 
É importante lembrar que aos doze meses de idade (um ano), a criança já deverá ter tomado todas as vacinas do esquema básico. Caso não tenha tomado ainda, deverá ser levada ao Posto de saúde mais próximo de sua casa. Todas estas vacinas estão disponíveis na rede pública de saúde, e são aplicadas gratuitamente.Uma vacina que tem feito sucesso, em especial entre os idosos, é a Influenza. Disponível na rede pública anualmente em campanha governamental, ela protege contra o vírus da gripe.

 
Criado em 27 Fevereiro 2012

Falta de órgãos para esse grupo é agravada pela dificuldade que profissionais de saúde têm de abordar famílias de potenciais doadores

Do total das crianças paranaenses que precisam de transplantes de órgãos, entre 40% a 50% morrem na fila de espera por uma doação. Um dos principais problemas que colaboram com esse índice é a resistência dos próprios profissionais da área de saúde em realizar o protocolo de transplante e a abordagem das potenciais famílias doadoras. Estatística da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) revela que, no Paraná, em 2011, ocorreram apenas seis doações de órgãos na faixa etária entre 12 e 17 anos. Não houve nenhuma doação de órgãos de crianças paranaenses de zero a 5 anos e de 6 a 11 anos. Comparativamente, segundo a entidade, São Paulo captou 80 doações no mesmo período.

“Os hospitais que trabalham essa faixa etária resistem em fazer todo o protocolo necessário para a doação e os profissionais evitam a abordagem das famílias. Esses profissionais não dão nem a chance aos familiares de uma criança que morreu refletirem sobre a possibilidade e a decisão ou não pela doação de órgãos”, revela a diretora da Central Estadual de Transplantes, Arlene Terezinha Cagol Garcia Badoch.

Hoje, no Paraná, uma criança espera por um coração e três dependem da doação de fígado para continuar vivendo. Sessenta e seis aguardam por um rim. Esses pacientes ainda têm a chance de sobrevida submetendo-se à hemodiálise. “Depende de vários fatores, mas as que precisam da doação de coração ou fígado vão evoluir para o óbito se não encontrarem doador”, constata .

Envolvimento

A coordenadora da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) do Hospital Infantil Sagrada Família, de Londrina, a enfermeira Érika Fernanda Bezerra, aponta que um dos motivos para o profissional não realizar o protocolo para a constatação de morte cerebral e a abordagem familiar é o envolvimento emocional. “O profissional vivencia também o momento de dor e de perda com os pais e, por isso, sente dificuldade de abordar a família para falar sobre a doação dos órgãos do filho”, destaca.

Já a diretora da central estadual, Arlene Badoch, acrescenta que o baixo número de doações de órgãos de crianças deve considerar também a redução da mortalidade infantil e que grande parte das mortes nessa faixa etária acontece por traumas.

Apesar do cenário desanimador, o Hospital Pequeno Príncipe, de Curitiba, referência em transplante pediátrico no Paraná, realizou, no ano passado, 17 transplantes de fígado, um de coração e 27 de rim. Números que somente foram alcançados graças aos órgãos de doadores de outros Estados.

A capacitação de profissionais de saúde pode interferir nessa situação no Paraná, já que a prioridade na lista de transplantes é para receptores no próprio Estado da captação. As crianças paranaenses que não encontram um doador no próprio Estado entram na fila nacional em que a espera pelo órgão pode ser ainda maior.

Em Londrina, a CIHDOTT do Hospital Infantil Sagrada Família pretende contribuir para mudar essa realidade. No início do mês, profissionais da área de saúde pediátrica participaram de um treinamento com reforço às orientações sobre como abordar as famílias de potenciais doadores.

 

 
Criado em 09 Fevereiro 2012

Tão difícil quanto receber o diagnóstico positivo de um câncer de próstata, é verificar que as opções clássicas de tratamento - radioterapia ou cirurgia - oferecem um leque de sequelas bastante desconfortáveis como: incontinência urinária e dificuldade de ereção.

Na contramão disso, uma terceira opção baseada no uso de ultrassom focalizado de alta intensidade, o chamado HIFU (High Intensity Focused Ultrasound), vem conseguindo o que parecia improvável até então: eficácia absoluta na cura com um ganho incomparável de qualidade de vida aos pacientes após o tratamento.

No Brasil, a técnica começou a ser utilizada em janeiro de 2011, em Curitiba, no Hospital Nossa Senhora das Graças, que possui o equipamento Sonablate 500, que viabiliza o procedimento. O médico uro-oncologista e presidente da Associação Latino-Americana de Uro-Oncologia (Urola), Marcelo Bendhack, conta que os 20 pacientes que já foram submetidos ao HIFU responderam plenamente ao tratamento. ‘O tumor foi eliminado e o PSA (antígeno prostático-específico) baixou para os índices aceitáveis‘. O PSA é monitorado por exame de sangue e junto ao exame de toque retal, serve como meios para diagnosticar o câncer de próstata.

O HIFU apresenta taxas de eliminação da doença de 83%, após 8 anos de acompanhamento dos pacientes.
Contudo, é nos relatos dos pacientes que se percebe a importância dessa opção.

Um guarda civil aposentado, de 55 anos, aponta a mudança de perspectiva gerada pela nova técnica. Segundo ele, o diagnóstico foi no início e tinha boas chances de cura, mas enquanto na radioterapia havia o risco de um atrofiamento da bexiga e algum sangramento anal, na cirurgia, o risco de impotência é da ordem de 60%. ‘Com isto, eu estaria urinando na roupa e impotente aos 55 anos de idade. Estaria ferrado‘, definiu o enfermo que descobriu pela internet a nova técnica e a possibilidade de fazer isso no Brasil. No caso do HIFU, o risco de dificuldade de ereção cai para 30% e o taxa de problemas com incontinência urinária não chega a 2%.

Para estar habilitado a essa possibilidade de tratamento, o ideal é que a próstata tenha até 40 gramas e que o tumor esteja localizado, ou seja, ‘sem criar raízes‘ fora da região. ‘Quando a próstata é menor, dá para submeter o paciente a procedimentos como a raspagem para depois aplicar o ultrassom‘, explica o médico. Sobre a faixa etária, o médico diz que não há qualquer restrição. ‘O paciente vai para casa no mesmo dia. ‘É menos severo que os demais recursos e pode ser feito várias vezes, no caso do tumor não ser eliminado por completo‘.

Custo

Na comparação com os demais tratamentos, o HIFU se mostra bastante competitivo. Entretanto, pelo Sistema Único de Saúde, ainda não é possível ter acesso, embora já haja uma solicitação para a liberação desse procedimento na Secretaria Estadual de Saúde do Paraná. ‘Não tem cabimento restringir o acesso a algo que garante uma qualidade de vida muito melhor aos pacientes‘, defende Bendhack. Dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) mostram que haverá 60 mil novos casos de câncer de próstata neste ano, o que torna mais evidente a importância da saúde pública em ofertar tratamentos menos invasivos e mais eficientes.

Parana Online

 
Criado em 06 Fevereiro 2012

Ômega 3 e vitamina E são as substâncias responsáveis pelo benefício

Estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade Marshall, nos Estados Unidos, indica como grandes as chances de redução de câncer de mama caso haja a presença de nozes na alimentação diária da mulher. A pesquisa aponta redução dos riscos em até 50%.


O levantamento foi realizado com dois grupos de roedores, sendo que o primeiro ingeriu a leguminosa durante as refeições, e o outro não teve o mínimo contato com as nozes.

Como resultado, foi observado que o primeiro grupo apresentou redução de 50% nos riscos de desenvolver o câncer de mama. Não obstante, as mulheres que apresentaram o tumor registraram diminuição em seu tamanho, o que significa que mesmo após o diagnóstico da doença, as nozes se mostraram eficazes no controle das células cancerígenas.

De acordo com os estudiosos, substâncias como o ômega 3 e a vitamina E, presentes nas nozes, são os responsáveis pelo benefício.

Bonde

 
Criado em 20 Janeiro 2012

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) passou a permitir a utilização de luvas de vinil para procedimentos não cirúrgicos na área da saúde, determinação que coloca em risco os profissionais da área e também pacientes. A luva de vinil não é recomendada para esta finalidade em outros países, pois apresenta qualidade inferior e risco de contaminação muito maior quando comparada à luva de látex. Além disso, a RDC nº 55/2011, resolução da Anvisa publicada recentemente, que entrará em vigor a partir de maio de 2012, exclui as luvas isentas de látex, como as luvas de vinil e de borracha sintética, do sistema de certificação compulsória do Inmetro. Ou seja, estes modelos não passarão mais por avaliação de qualidade, sendo comercializadas livremente no mercado nacional sem comprovação de eficácia, diferentemente das luvas de látex, que continuam tendo sua qualidade verificada a cada seis meses, conforme disposto na Portaria nº 233 do Inmetro, de 30 de junho de 2008. A diferença entre os dois tipos de luvas está na matéria-prima utilizada, que confere diferentes características ao produto. Enquanto as luvas de látex destacam-se pela resistência, flexibilidade, elasticidade e conforto, as luvas de vinil são fabricadas a partir de cloreto de polivinila (PVC), um material plástico muito menos flexível, elástico e durável, e mais suscetível a rompimentos e falhas, como microfuros. Outro risco da luva de vinil é o fato de ela apresentar DEHP na sua composição, um componente prejudicial ao organismo que pode ser transferido da luva para o organismo e apresenta toxicidade, especialmente em meninos em fase de desenvolvimento. A Associação Brasileira de Importadores de Luvas para Saúde (ABILS) observou um aumento na procura de luvas sintéticas, como vinil, nitrilo e neoprene, devido à necessidade de realização de procedimentos em pacientes alérgicos ao látex e também pela identificação de reações alérgicas ao látex nos profissionais de saúde. As luvas de vinil já foram consideradas uma alternativa interessante às luvas de látex. Porém, após diversos estudos em relação à sua eficiência como barreira de proteção, ficou comprovado que elas proporcionam segurança muito inferior e não apresentam barreira microbiológica. Assim, a recomendação para casos de hipersensibilidade é que as luvas de látex tradicionais sejam substituídas por luvas de látex sem pó (Powder Free) e/ou luvas de borracha sintética, como o nitrilo. Estas opções são regulamentadas desde 2008, estando sujeitas à Certificação pelo Inmetro, atestando eficácia e proteção. Em torno de 90% dos pacientes e profissionais alérgicos ao látex não apresentam hipersensibilidade quando utilizam luvas sem pó.  A ABILS e os fabricantes nacionais de luvas de látex, preocupados com a qualidade da luva na área de saúde, são contrários a essa resolução da Anvisa e desejam alertar os profissionais sobre os riscos de optar pelas luvas de vinil, tanto para a sua saúde quanto dos pacientes. Pergunta-se por que a Anvisa está desconsiderando as estatísticas de falhas das luvas de vinil apresentadas nos estudos científicos internacionais? Não há justificativa plausível para que no Brasil haja diferentes critérios de controle de qualidade das luvas que possuem a mesma finalidade de uso.

 
Criado em 09 Janeiro 2012
A Secretaria de Saúde do Paraná notificou no Paraná 10.317 casos suspeitos de dengue, com 218 confirmados, entre agosto e dezembro de 2011. Desse total, 191 foram autóctones, quando a infecção ocorre dentro do estado. De acordo com dados da Secretaria da Saúde, esse número representa uma queda de 78% na quantidade de casos confirmados no mesmo período de 2010 (887).

O último boletim divulgado pela secretaria faz referência ao Programa Estadual de Controle da Dengue, que traça as diretrizes de atuação do governo para os próximos anos. O programa se divide em cinco eixos estratégicos: assistência, vigilância epidemiológica, controle do vetor, comunicação, além da mobilização, gestão e responsabilização.

O texto informa também que no ano passado foram investidos cerca de R$ 5 milhões em estrutura e recursos humanos para o enfrentamento da dengue, como contratação e capacitação de agentes de endemias, médicos, enfermeiros e farmacêuticos, compra de equipamentos e renovação da frota de veículos da vigilância.
Agência Brasil
 
Criado em 06 Janeiro 2012

Próteses que causam qualquer tipo de dano ou aumentam os riscos à saúde podem ser trocadas; rede não cobre motivo estético

Mulheres que usam próteses de silicone que causam qualquer tipo de dano ou aumentam os riscos à saúde podem procurar assistência médica no SUS, que fará a troca sem custo, desde que não seja por motivo estético.
Segundo o Ministério da Saúde, esse tipo de procedimento já é feito para qualquer marca de prótese - e não será feito exclusivamente para as pacientes que usam o silicone da empresa PIP.
Isso ocorre porque o SUS é um sistema de saúde universal. Porém, a mulher que buscar atendimento na rede pública terá de passar por todas as consultas e exames no SUS e só fará a cirurgia reparadora ou reconstrutiva da mama para trocar o silicone caso o médico entenda que há um risco comprovado à saúde.
Assim, a primeira orientação do ministério continua sendo que a mulher com as próteses PIP procure o médico e o serviço de saúde responsáveis pela primeira cirurgia para análise.
Segundo o mastologista José Luiz Pedrini, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Mastologia, as mulheres levam até dois anos para colocar a prótese após uma cirurgia de retirada das mamas, embora a lei determine que isso seja feito imediatamente.
O MS diz que não recebeu demandas para substituição de próteses PIP porque o sistema é descentralizado e a responsabilidade é dos hospitais.

Agência Estado

 
Criado em 05 Janeiro 2012

Nesta quarta-feira (4/1), a Anvisa publicou, no Diário Oficial da União, a suspensão de produtos e medicamentos irregulares, além de anunciar o recolhimento voluntário do medicamento Redsai Stress.A suspensão é definitiva e tem validade imediata após divulgação da medida no Diário Oficial. As pessoas que já tiverem adquirido algum produto dos lotes suspensos devem interromper o uso.
Recolhimento VoluntárioA empresa Bunker Indústria Farmacêutica Ltda fará o recolhimento de todos os lotes e apresentações do medicamento Redsai Stress. O recolhimento é necessário devido ao indeferimento da renovação do registro do medicamento em questão. O produto não deve ser consumido ou comercializado.

Confira os produtos e medicamentos suspensos abaixo:

MedidaProdutoEmpresaMotivoSuspensão da fabricação, distribuição, RE N°3, em todo o território nacional.Medicamento ENALAMED 20mg, lotes 1101789 e1101838, com validade até 12/2012.Cimed Indústria de medicamentos Ltda. Localizada em pouso alegre-MG. O medicamento apresentou desvio constatado nas embalagens primárias e secundárias do medicamento sobredito. Suspensão da distribuição, comércio e uso RE N°4 em todo o país.Todos os medicamentos fitoterápicos.Energia Pura Comércio de produtos naturais Ltda. Localizada em Itaboraí-RJ.A empresa não possui Autorização de funcionamento para tal atividade, e seus produtos não estão regularizados junto a Anvisa. Suspensão da fabricação, distribuição, comércio e uso RE N°5 em território nacional.  Todos os produtos sob vigilância sanitária. Fabricados por Luiz Gladino.Localizado em Crato- CE.Por não possuir registros e autorização de funcionamento na Anvisa. Suspensão da distribuição, comércio e uso RE N°6em todo o território nacional.Sabão de enxofre e sabonete de aroeira, e de quaisquer outros produtos sujeitos àvigilância sanitária.Laboratório pérola do Brasil S/A. Localizada em Itaquera- SP.O produto não possui registro e autorização de Funcionamento na Anvisa. Supensão da distribuição, comércio e uso RE Nº 7em todo o território nacional.Detergente Lava Louças Brimax Neutro.PEDRO ROBERTO PETITME. Localizada em São José-SC.O produto não esta regularizado junto a Anvisa. Supensão da distribuição, comércio e uso RE Nº 8em todo o território nacional.Shampoo PH Balanceado- pró cisteína concept profissional.Essenciale Indútria e comércio de cosméticos Ltda.Localizada em Varginha-MG.O produto apresentou resultado insatisfatório no ensaio de Identificação de Formaldeído. Supensão da distribuição, comércio e uso RE Nº 9 em todo o território nacional.Alubrilho e Solubrilho, ede quaisquer outros produtos sujeitos à vigilância sanitária.Mais brilho produtos de limpeza, Ltda. Localizada em, São Ludgero-SC.O produto não possui registro e autorização de funcionamento na Anvisa. Supensão da distribuição, comércio e uso RE Nº 10 em todo o território nacional.Lote nº 09277 do medicamento Resodic (DiclofenacoSódico 50mg), comprimidos, data fabr. 01/2009 e val. 01/2013.Laboratório químico farmacêutico vitamed, Ltda. Localizada em Caxia do Sul –SC.O produto apresentoudesvio de qualidade nos ensaios de rotulagem e dissolução.

 
Criado em 26 Dezembro 2011

Com a chegada do verão e do calor intenso é natural que as pessoas transpirem mais, porém, para alguns, o suor excessivo é constante, mesmo durante o frio. O desconforto é tamanho que afeta diretamente o cotidiano. As mãos molhadas tornam-se incapazes de segurar os objetos e calçar sandálias se torna um drama, pois aumentam as chances de deslizamento e risco de queda pelos pés encharcados. A demasiada produção de suor, chamada de hiperidrose, tem cura, mas em alguns casos é necessário recorrer à cirurgia.

A hiperidrose pode ocorrer em várias partes do corpo, além das mãos e pés, é muito comum nas axilas, na cabeça e no rosto. As causas são variadas e podem ser genéticas ou psicológicas, incluindo a alteração emocional. Em muitos momentos da vida, o estresse é o responsável por provocar tal mudança e o impacto psicológico e social provocado por quem sofre de hiperidrose é enorme, devido à insegurança motivada pelo constrangimento de se apresentar em público. As roupas ficam marcadas pela umidade e, algumas vezes, o episódio se associa ao mau cheiro do suor, o que gera mais fragilidade, vergonha e estresse, levando a pessoa a suar ainda mais.

A preocupação quanto ao suor exagerado tem incomodado cada vez mais os homens. Antigamente, eles eram menos vaidosos e não se importavam, mas segundo a cirurgiã plástica, Dra. Cristina Pires Camargo, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a procura por tratamento da hiperidrose por pessoas do sexo masculino vem aumentando a cada ano. Alguns meninos, ao passarem pelo período da puberdade, desenvolvem o problema, também presente nas virilhas.

É preciso entender que o suor, ou seja, a sudorese é benéfica e necessária. Quando a temperatura interna do organismo sobe, um comando do cérebro é ativado causando uma evaporação da água que se forma na pele. Este fenômeno natural chamado de sudorese serve para aliviar a sensação de calor, ajustar a temperatura do corpo e eliminar algumas substâncias. O seu controle é involuntário e determinado pelo sistema nervoso autônomo, que também é responsável pelas batidas do coração, pelo ritmo respiratório e por outras funções que acontecem sem o nosso controle. A grande quantidade de suor deve ser tratada por aquelas pessoas que ficam com os locais do corpo realmente molhados mesmo sem estar calor.

O suor excessivo pode ainda causar micoses, portanto é imprescindível que se busque uma solução, não apenas pelo incômodo social e estético. O tratamento pode ser medicamentoso ou com o uso da toxina botulínica, cujo uso é simples, mas reversível. Após a aplicação da substância, aguarda-se a redução da sudorese nos próximos três dias e a diminuição ou eliminação do suor na área de aplicação após 20 dias. O efeito do produto pode durar de seis a oito meses e em alguns pacientes pode ser prolongado por até 12 meses.

Nos casos em que a toxina não oferece o tratamento desejado, a cirurgia é indicada para cauterizar o ponto do sistema nervoso que provoca a sudorese. Diferente do recurso que utiliza toxina botulínica, a intervenção cirúrgica é definitiva e o paciente, após alguns meses, pode até se queixar de secura excessiva na área operada ou ainda do aparecimento de hiperidrose em outros locais, principalmente se a área que foi bloqueada for grande. Este efeito é conhecido como rebote e é uma defesa do corpo, pois tem o objetivo de dar continuidade ao sistema de termorregulação, ou seja, a regulação da temperatura corporal.

Bonde

 
Criado em 13 Dezembro 2011

 

Foi assinada nesta terça-feira (13) a nova fase do acordo que prevê a redução gradual de sódio em 16 categorias de alimentos. Nesta etapa, serão detalhadas as metas para os alimentos que estão entre os mais consumidos pelo público infanto-juvenil, incluindo sete categorias: batatas fritas e batata palha, pão francês, bolos prontos, misturas para bolos, salgadinhos de milho, maionese e biscoitos (doces ou salgados).

O documento define o teor máximo de sódio a cada 100 gramas em alimentos industrializados. As metas (ver tabela abaixo) devem ser cumpridas pelo setor produtivo até 2014 e aprofundadas até 2016.

Reprodução


A redução do consumo de sódio no Brasil é uma das estratégias do governo federal para o enfrentamento às doenças crônicas, como hipertensão arterial e doenças cardiovasculares. "Este é um grande esforço de acordo voluntário para mostrar à população produtos com menor quantidade de sódio. É uma ação de prevenção. O esforço para mudança de hábito alimentar e o fato das pessoas terem acesso mais fácil a alimentos saudáveis, com menor quantidade de sódio, aliado à atividade física, pode ser fundamental para que a gente previna doenças cardiovasculares, hipertensão e até mesmo alguns tipos de cânceres", afirmou Alexandre Padilha. Segundo o ministro, a se gunda etapa do acordo reforça o projeto conjunto entre governo e indústrias para respeitar a recomendação de consumo máximo da Organização Mundial de Saúde (OMS), que é de menos de 5 gramas de sal diários por pessoa, até 2020.

A hipertensão arterial atinge 23,3% da população adulta brasileira (maiores de 18 anos), de acordo com o estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel/2010). Já as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 319 mil óbitos em todo o país, em 2009.

PREOCUPAÇÃO – De acordo com dados do IBGE, o consumo individual de sal, apenas nos domicílios brasileiros, foi de 9,6 gramas diários, enquanto o consumo total foi estimado em aproximadamente 12g diários, o que representa mais do que o dobro do recomendado pela OMS. Esta pesquisa revelou, ainda, que mais de 70% dos brasileiros consomem mais do que 5g de sal ao dia (o equivalente a quatro colheres rasas de café), chegando este percentual a mais de 90%, no caso de adolescentes de 14 a 18 anos e adultos da zona urbana.

Os adolescentes brasileiros apresentaram consumo muito mais elevado de alimentos como salgadinhos (sete vezes maior), biscoitos recheados (perto de quatro vezes maior), biscoitos doces (mais de 2,5 vezes maior) e biscoitos salgados (50% maior) em relação aos adultos.

O acordo firmado pelo Ministério da Saúde inclui a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia), Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias (Abima), Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) e a Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip).

 

Bonde

 

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